quarta-feira , agosto 23 2017
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Todos complicam quem deseja trabalhar honestamente

carro som

Novamente o Poder Público está implicando com quem tenta trabalhar honestamente para ganhar o pão nosso de cada dia

A Prefeitura de Lages está notificando e proibindo os empresários de carro de som, propaganda, publicidade móvel de trabalhar, por falta de controle/cadastro acerca das atividades por eles exercidas.

No Brasil parece que o trabalho incomoda, a delinquência/desobediência não. Esses ”barulhos” de trabalho geram renda a milhares de famílias, piores são os silenciosos e sorrateiros que arrasam a sociedade como um todo.

Realmente o carro é de som, mas com finalidade de trabalho, não de batucada desrespeitosa. Prova disso é a empresa Ecos Propaganda, que há 25 anos está no mercado prestando serviços para senhores e senhoras honrados do comércio lageano e que simplesmente foi notificada a parar, parar de movimentar o comércio.

Parar de se sustentar por conta da ineficiência do poder público em controlar a atividade, mesmo tendo alvará e pagar por seus impostos.

300 denúncias no MPSC

A exigência do controle da atividade partiu do Ministério Público, depois de receber dezenas de reclamações da população, incomodadas com o som alto desse tipo de atividade. Foram mais de 300 denúncias no MPSC, que acabou gerando a exigência para que a Prefeitura tomasse providencias. E agora?

 

Foto ilustrativa

Sobre Milton Barao

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5 Comentários

  1. Cláudio de l

    Regras são regras e ponto! !!e são para ser seguidas independente de honestidade! !@a liberdade de um indivíduo termina onde começa do outro

  2. lucialucia

    interessante que a noite ninguem proibe som,bagunça e bebedeira,como dizem uns e outros aonde começa a liberdade de um terminao do outro,mas deveria ser aplicado a todos,principalmente a noite as motoboys.

  3. ANTÔNIO F. ALVES

    Todo e qualquer atividade deve ser seguido de réguas, porque executo uma atividade posso extrapolar limites, claro que não. Neste caso existem leis para serem obedecidas, principalmente com relação a volumes. Barão, o trabalho dignifica o homem, mas muitas vezes o homem não dignifica o trabalho.

    Volume:
    Até 50 dB: nível confortável, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Não há efeito negativo Exemplo de locais: ruas sem tráfego.

    Acima de 50 dB: o organismo humano começa a sofrer impactos do ruído.

    De 55 a 65 dB: a pessoa fica em estado de alerta não relaxa; Diminui o poder de concentração e prejudica a produtividade no trabalho intelectual. Um exemplo: agência bancária.

    De 65 a 70 dB (início das epidemias de ruído): o organismo reage para tentar se adequar ao ambiente, mimando as defesas. Aumenta o nível de cortisona no sangue, diminuindo a resistência imunológica; induz a liberação de endorfina, tornando o organismo dependente. É por isso que muitas pessoas só conseguem dormir em locais silenciosos com o rádio ou TV ligados. Aumenta a concentração de colesterol no sangue. Exemplo: bar ou restaurante lotado.

    Acima de 70dB: o organismo fica sujeito a estresse degenerativo, além de abalar a saúde mental. Aumentam os riscos de enfarte, infecções, entre outras doenças sérias. Exemplos: praça de alimentação em shopping centers e ruas de tráfego intenso. dcibs).

  4. João Souza

    Tudo bem que é o trabalho deles, e não é para baderna.

    Mas tá louco, é a mesma coisa que os malucos com som alto, atrapalham todo mundo, com aquele volume nas alturas. Merecido.

  5. Rafael Araujo da Costa.

    Meu posicionamento pessoal. Sou absolutamente contrário a carros de som andando nas ruas, isso porque, quando se trata de som, não há como se respeitar a vontade individual de quem não quer ouvir. Trata-se de uma violação forçada à vontade individual, pois quando está passando um carro de som, você não pode optar por não ouvir, como é possível com outras mídias. Quem não quer ouvir rádio, basta desligá-lo, quem não quer ver um outdoor, basta olhar para outro local. Entendo que seja um trabalho, mas explorar justamente a impossibilidade alheia de exercer seu direito de não querer ouvir é onde mora o problema. Atrapalha a vida de muitos para o benefício de alguns anunciantes.

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