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Pessoas ou máquinas no Dia da Pátria?

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Edson Varela descreve bem ao dizer que Lages repete uma “tradição” de cidades pequenas onde máquinas da prefeitura fecham os desfiles do 7 de Setembro. Só que elas vieram antes do Batalhão…

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Garagem

Na sexta-feira um vereador fez o pedido de uma máquina para resolver o problema de um esgoto à céu aberto. A resposta foi de que o maquinário havia sido recolhido para ser lavado e engraxado, para o desfile de 7 de Setembro.

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Na avenida

E foi o que aconteceu, quando basculantes, caminhões da coleta de lixo, motoniveladoras, ônibus escolares e outras viaturas, que foram adquiridas em 2013, com financiamento do Badesc, com juro Zero (bancado pelo governo do Estado), e com dois anos de carência, entraram na avenida.

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Estratégia

O curioso é que estratégicamente a prefeitura inverteu a ordem do Desfile da Pátria, colocando o maquinário para “desfilar”, antes das forças militares como Polícia Militar, Bombeiros e Exército. Somente assim o público permaneceu, pois o sentimento patriota foi maior, ao esperar até que o Batalhão Ferroviário fizesse sua apresentação, encerrando o desfile.

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Fotos: Jotta Damasceno

Sobre Milton Barao

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3 Comentários

  1. Cris

    Só umazinha dessas ai já resolvia o problema da minha rua. Será que não tem gasolina pra chegar aqui no meu bairro?

  2. Névio Filho

    Nossos bloguistas são ainda jovens, nos anos 70 nos desfiles em que participei, todo o maquinário da prefeitura desfilava, como também todos os carros do Batalhão, era uma manhã toda de desfiles e a tarde também, eu levava a frente a bandeira de Santa Catarina que na frente do palanque era desfraldada, Juarez Furtado era o Prefeito e Dirceu Carneiro, jovenzinho. Acho que o Barão nem tinha nascido.

  3. Névio S. Filho

    Achei interessante esta cartaz, escrito 250 anos de Conquistas, como se a administração atual puxasse para sí todos os eventos aconteceido nestes 250 anos. Efetivamente tivemos ações e um desenvolvimento mais proeminente a partir dos anos 60, com o período da madeira e nunca com uma industrialização efetiva e nos anos 70 eramos o 3 arrecadador de impostos e ICMS, atrás de Joinville e Blumenau. Dos anos 50 até a fundação de Lages praticamente sobreviviamos com uma agricultuira rudimentar e pequenos comércios familiares e o extrativismo florestal. O jornalista Névio Fernandes, possui conhecimentos bem sólidos destes períodos da história lageana.

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