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Quando a preservação se sobressai à comunicação visual

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O Conselho Municipal de Desenvolvimento Territorial está propondo à Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), a criação de um grupo de estudos para discutir e colocar em prática ações que visam à padronização da comunicação visual dos estabelecimentos comerciais da área central.

Uma das metas é fomentar a discussão entre entidades, poder púbico e sociedade sobre a criação de uma legislação específica.

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Outro objetivo é fazer com que a comunidade conheça os objetivos e perceba os benefícios de ter uma comunicação planejada e unificada. “Queremos que as pessoas vejam o quanto fica mais bonito se tudo estiver de maneira uniforme. Temos prédios históricos ricos em elementos arquitetônicos escondidos embaixo de tantas placas”, comentou a presidente da entidade, Rosani Pocai.

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Três exemplos de preservação

Pelas lentes de Adailton Camargo, três exemplos de como a preservação do patrimônio contribui para a limpeza visual, deixando muito mais agradável a visualização.

Lojas VF da Rua Correia Pinto, onde foi feito a preservação da fachada do imóvel sem poluição visual da área pública. Que belo exemplo de preservação da Art Deco. (foto 1)

Lojas Colours Club, A Principal e DenteClin. O padrão da publicidade na extensão do imóvel deixou o calçadão Túlio Fiúza de Carvalho mais bonito. (foto 2)

Empório dos Presentes, localizada na rua Monte Castelo. Sua comunicação visual entrou em harmonia com o imóvel, valorizando não só o comércio como também o espaço público. (foto 3)

 

Fotos: Lages para Sempre/Adailton Camargo

Sobre Milton Barao

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Um Comentário

  1. Névio S. Filho

    Lages já está atrasada neste aspecto, pois a Capital já possui toda uma legislação aplicada para esta área, pois a quantidade de prédios históricos é muito grande na capital e os letreiros e placas usuais escondiam a fachada dos prédios históricos e demais monumentos. Isso estimula a criatividade das agências de publicidade, porque não é colocar qualquer plaquinha colorida, mas realizar a conversa da edificação com a loja e com o letreiro, em tese o cidadão deve ler a placa e identicar o produto e ao mesmo tempo fazer uma identificação subjetiva e analisar o estilo arquitetônico do prédio. Uma ótima maneira de chamar o lageano para a sua história.

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