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Tentativa de se gastar o que se arrecada (PEC 241) gera protestos

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Sindicatos da Casa do Trabalhador são contra e marcam protesto para sexta, às 16h30 e 19h30, no Terminal

Quando se pretende colocar um freio na emissão de moeda, limitando os gastos absurdos da União e dos Estados…

Quando se tenta fazer gastar somente o que se arrecada, sem ficar devendo…

Quando se tenta dar um mínimo de qualidade no governo…

Tem algumas cabeças “iluminadas”, mal acostumadas com orgia de recursos públicos, como aconteceu até um passado recente, e querem ir às ruas para “reclamar”.

Dentre esses, os estudantes que ocuparam escolas para dizer que estavam protestando…

Ou então as entidades sindicais de Lages, que realizarão duas plenárias no Terminal, às 16h30 e 19h30 nesta sexta-feira, 04 novembro.

Desnecessário fazer mais considerações, pois quem trabalha, quem sustenta a casa, quem luta pelo “pão nosso de cada dia”, está trabalhando, sabendo que as contas precisam fechar no final do mês, assim como a PEC 241 tenta fazer.

O que é a PEC 241?

A PEC 241 propõe que, a partir de 2017, as despesas primárias da União fiquem limitadas ao que foi gasto no ano anterior corrigido pela inflação. Ou seja, em 2017, a despesa em termos reais (isto é, descontada a inflação ocorrida em 2016) ficará igual à realizada em 2016.

Por sua vez, em 2018, o limite anual será o teto de 2017 acrescido da inflação, em 2017. E assim por diante, enquanto a PEC estiver em vigor.

O objetivo é conter a expansão da despesa pública primária que, no período 2008-2015, cresceu, anualmente, em média, 6% acima da inflação.

O controle da expansão da despesa primária é fundamental para reduzir a despesa financeira, pois permite ao governo financiar sua dívida com uma taxa de juro menor.

De fato, ao buscar adequar suas despesas às receitas auferidas, o governo sinaliza para os detentores de títulos públicos que os valores contratualmente estipulados nesses títulos serão honrados, possibilitando menores taxas na negociação de novos títulos públicos.

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9 Comentários

  1. ANTÔNIO F. ALVES

    Não e bem assim Sr. Barão, simples assim aplaudiria, o que se vê ate o momento e a proteção dos valores de quem tem muito, a repatriação do capital é um grande exemplo de onde o dinheiro esta sendo aplicado e assim vai continuar indo os lucros para outras nações. Garantir os lucros (através de títulos) aos banqueiros com sacrifício da saúde, da educação e do valor do trabalho, tem que se pensar em outras saídas, elas existem. O “Conservadorismo” de tudo isso e que preocupa.

  2. Julio

    Isso é uma minoria da população,que só querem é mamar no governo,parasitando o sistema,e onerando a população que trabalha e gera renda.Gente desta laia tem em todo o lugar!!!!Perderam a teta e agora querem estragar o que sobrou do Brasil.Destruiram com a maior estatal do brasil,que,em tese era para se lucrar e muito com ela,mas a esquerda que tudo destrói,conseguiu entrega-la aos “pedaços”,com um rombo bilionário.

  3. Paulo9

    Coitados vozes vencidas! @será um protesto de gatos pingados kkkkk ninguém está tanto bola o sindicato,o retorno da direita aí vamos nos

  4. José

    Quero ir para assistir essa cena! Deve ser Hilário e tbm ouvir aquelas palavras de ordem tipo! !!impichii, golpi, fora temer kkklk

  5. Otávio R. Machado

    Esse bando de idiotas, massa de manobra, não tem nem noção do que trata a PEC 241. O que querem é anarquia.

  6. Jise

    Eles poderiam fazer esse protesto em um circo kkkkk,

  7. Murilo

    Engraçado que se fala em cortes ,mas o governo da aumento do judiciario em 41% , os deputados ganhando até 14 salário cheio de regalias cadê esses cortes esses ajustes? o corte no fim é feito apenas pra quem precisa do auxílio do governo e em atividades fundamentais que deveriam ser fins para qualquer governo, na saúde educação atividades as quais já não andam de bem com as pernas, mas é como dizem o lado mais fraco da corda sempre é oque arrebenta e nesse caso o do trabalhador e estudante brasileiro que depende dos investimentos na educação para ainda sonharem em um ensino superior, já cortaram o ciências sem fronteiras não dúvido nada de tentarem cortar fies e prouni , mas enfim essas são apenas minhas opiniões, espero que façam o melhor para o nosso país .

  8. ANTÔNIO F. ALVES

    Este artigo publicado no Jornal “ESTADO DE SÃO PAULO” mostra como estamos distantes de elegermos nossos representantes na verdadeira democracia.

    “OPINIÃO ESPAÇO ABERTO
    Nove ‘verdades’ que esta eleição desmente
    …brasileiro não sabe votar, Lula ainda é força para 2018, o Brasil é uma democracia…

    *Fernão Lara Mesquita
    04 Novembro 2016 | 03h07
    1 – “Identificação biométrica e rapidez de apuração são provas do avanço da democracia brasileira.” É exatamente o contrário. Aqui o eleitor só entra em campo depois do jogo jogado para dizer sim ou não aos escolhidos dos “caciques” dos partidos. Em democracias de verdade, como a americana, a suíça e outras, aproveita-se toda e qualquer eleição para que o eleitor decida literalmente tudo. Junto com presidentes, legisladores ou prefeitos ele elege diretamente os funcionários públicos sem função exclusivamente política, tais como xerifes, policiais, promotores, diretores de escolas públicas, etc.; vota leis de iniciativa popular; referenda ou derruba leis do Legislativo; autoriza ou não impostos novos ou aumentados; aprova ou não a contratação de dívida; confirma ou não o mandato do juiz da sua comarca; vota o “recall” ou não de funcionários eleitos na eleição anterior. Para a eleição da semana que vem, 162 temas adicionais, 71 propostos por abaixo-assinados de cidadãos comuns, foram certificados em 35 Estados para constar das cédulas pedindo decisão dos eleitores de Trump ou Hillary. Por isso 30 milhões deles já receberam suas cédulas com um mês de antecedência e as vão enviando preenchidas pelo correio. Por isso demora para apurar eleições em democracias de verdade.
    2 – “A política não se renova porque brasileiro não sabe votar.” Essa afirmação toma o efeito por causa. O povo elege o de sempre porque só consegue autorização para se apresentar como candidato quem se compõe com os donos dos partidos. Por isso reforma política pra valer inclui necessariamente um ponto-chave da que os americanos fizeram lá atrás. Tornar as eleições municipais apartidárias para quebrar as pernas dos “caciques” (cujo poder passaria do controle dos 5.570 potenciais “currais” municipais de hoje para apenas 27 estruturas estaduais) e abrir as portas da política à entrada de sangue novo. Qualquer um pode candidatar-se a prefeito ou vereador sem pedir licença a ninguém.
    3 – “Há partidos vitoriosos nesta eleição.” Esta foi a eleição do “não”. “Eu não voto mais”, “eu não voto no PT”, “eu não voto em ladrão”, “eu não voto em político”, etc… O mais foi consequência do controle da portaria do “Sistema”. Votou-se no que sobrou dos “nãos”, já era conhecido ou pôde botar a cara na TV pra mostrar que existia, o que vale dizer estar num partido grande e velho. Ponho a mão no fogo como 99% dos eleitores não sabem em que partido votaram, ou, se lembram, não sabem nem a tradução da sigla daquele em que acabaram votando, mesmo dos tradicionais.
    4 – “A ideologia move a polarização esquerda x direita.” Nem os presidentes dos partidos conseguem definir esquerda e direita. Mas um grande divisor de águas aparece nítido no Brasil, como no resto do mundo, especialmente o latino: ser contra ou a favor da austeridade fiscal. Só que não é uma fronteira ideológica, é fisiológica: de um lado pena a massa que paga a conta, trabalhando dobrado e ganhando a metade; do outro se entrincheira a “casta” que é paga pela conta, trabalhando a metade e ganhando dobrado. É essa que, sentindo-se agora ameaçada, quebra-quebra e queima pneus por aí porque as TVs lhe deram a dica de que esse é o jeito de o seu “dane-se a miséria nacional, ninguém toca no meu!” alcançar mais do que as esquinas que já não consegue encher de gente e soar como o contrário do que é.
    5 – “É impopular encarar de frente os problemas mais velhos e óbvios do Brasil.” Se há algo que ficou bem definido nesta eleição, é que quanto mais assertivo foi o candidato em relação a eles – necessidade de ajuste, privatização, desmonte da corrupção de sindicatos e partidos com dinheiro de imposto, fim da chantagem trabalhista e dos “marajalatos” –, mais fulminante foi sua eleição e a distância aberta em relação ao oponente, não importando as “tradições” das praças envolvidas. João Doria e Nelson Marchezan são os exemplos mais visíveis, mas não os únicos.
    6 – “Existe um preconceito de gênero.” O número de prefeitas e vereadoras eleitas caiu, apesar da “cota” de 30% de candidatas imposta por aquele mesmo pessoal que, conforme a hora, nos diz que “não existe gênero” senão o que cada um escolhe para si. Quem escolheu não eleger seu prefeito ou vereador só por esse atributo foi a metade feminina do eleitorado brasileiro, ou, se quiserem, os 100% “sem gênero definido pela natureza” que acabam de aprender, com Lula e Dilma, que pôr alguém para cuidar da coisa pública só por ser mulher é um tipo de oportunismo para enganar trouxa que em geral acaba em desastre.
    7 – “Lula ainda é uma força para 2018. ” Nesta campanha, “ter apoio de Lula” passou a ser a “denúncia” atirada por candidatos “de esquerda” contra candidatos “de esquerda”. Em quem colou não sobrou nada…
    8 – “Basta melhorar a gestão pro Brasil ir pra frente. ”Foi-se o tempo! Agora o setor público está que não tem nem pra lavar o chão do IML, como no Rio, e a economia privada, em choque hemorrágico, não tem mais com que se reerguer, mas a reforma da Previdência de que se fala não toca nos “marajás”, só põe dinheiro no caixa no futuro distante, e a PEC 241 nem menciona o rombo de Estados e municípios. A briga em torno de quem vai pagar essa conta (na qual as denúncias da Lava Jato serão as armas nos bastidores) nem começou ainda.
    9 – “O Brasil é uma democracia.” Da democracia não temos nem o elemento definidor, que é o império da lei igual para todos. Na raiz do presente desastre estão os privilégios legalizados e direitos “adquiridos” que “foros especiais” podem tornar até hereditários, como na Idade Média. Sem um direito só pra todo mundo não tem saída. E pra chegar lá tem de pôr o povo no poder, o que se faz submetendo os eleitos aos eleitores antes e depois da eleição, com prévias transparentes para escolha dos candidatos e “recall” para a troca dos que, eleitos, “apresentarem defeito”. Sem isso “O Sistema” continuará para sempre indomesticável, cavalgando impunemente o lombo do povo.
    *Jornalista, escreve em http://www.vespeiro.com

  9. Isabel

    Economizar cortando serviços básicos é a mesma coisa de uma família continuar viajando de férias, mas não ter dinheiro para comida, remédios e estudos. Apertem os cintos do judiciário, dos deputados e senadores, junto com seus inúmeros assessores.
    Essa classe média conservadora ainda continua defecando pela boca, os urubus do Temer legalizando crime, acabando com a lava-jato, cortando saúde e educação, resumindo, botando na nossa bunda, e a classe média de merda aplaudindo.

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