quinta-feira , setembro 21 2017
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Tecnologia & Inovação: volta dos bloquinhos de papel na Área Azul

A Área Azul de Lages deixará de operar de forma digital, retornando ao uso dos blocos de papel, a partir de segunda-feira, 17 de abril. Ou seja, estamos regredindo no tempo, deixando de lado a facilidade e a inovação tecnológica para voltar ao tempo do lápis e do papel.

A SAMT, que detém a exploração da Área Azul não explicou as razões da volta ao passado, com a utilização de blocos de papel e nem o que será feito das maquinas que estão em uso pelos monitores.

Créditos

Quem tem veículo cadastrado não perderá seus créditos diz a presidente Rosa Abou Haten. Até que tudo seja normalizado, a central digital permanecerá operando em paralelo ao uso de blocos de papel.

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8 Comentários

  1. Edson Marcondes

    Acredito, Milton, que as explicações estão no release que você utilizou para usar apenas um trecho da notícia. Dá uma olhada no release… E se houver ainda dúvidas, telefone pra Samt: 3224-2695. Será um prazer esclarecer suas dúvidas. Também pode acessar o site: http://www.samt.org.br/index.php/2017/04/11/area-azul-volta-a-utilizar-blocos-de-papel/

    Mas segue aqui a notícia que enviamos à imprensa, onde está seu e-mail, e onde está a matéria completa:

    Área Azul volta a utilizar blocos de papel

    Nem sempre a tecnologia é o melhor caminho. E, às vezes, recuar e adotar novamente o modelo antigo é a saída. É essa a situação do programa Área Azul que deixará de operar de forma digital, retornando ao uso dos blocos de papel, a partir de segunda-feira, dia 17 de abril. De acordo com a presidente da Associação de Assistência Social, Trabalho e Cidadania (Samt), Rosa Abou Hatem, são diversos os motivos que levarão a desativação gradativa do sistema digital. No entanto, quem tem veículo cadastrado não perderá seus créditos. Até que tudo seja normalizado, a central digital permanecerá operando em paralelo ao uso de blocos de papel.

    O que motivou a desativação do sistema digital

    Licitação – A gestão do sistema rotativo de estacionamento público, daqui a alguns meses, será feita pela empresa que vencer a licitação. O projeto está sendo construído pela Prefeitura de Lages. Conforme exigências legais, a Samt não participará do certame.
    Investimentos – O sistema digital, para atualizá-lo constantemente, precisa de investimentos para adquirir novos aplicativos, recursos que a Samt não possui. Além disso, a empresa vencedora adotará seu próprio sistema.
    Perdas de postos de venda – A presidente da Samt destaca que não se trata de retrocesso propriamente dito, e sim, de adequação necessária visando já a transição da gestão da Área Azul. “E tem a questão principal, que é o respeito aos nossos parceiros que vendem os tíquetes. Eles não se adaptaram ao novo sistema e alguns desistiram de operar. Com o sistema antigo vamos recuperar esses parceiros e até mesmo ampliar o número de postos de venda”, projeta.
    Preocupação com o usuário – O bloco de papel, ou tíquete avulso, é um documento físico, comprobatório do direito assegurado a quem o possui. Como a empresa vencedora adotará seu próprio sistema, este poderá não reconhecer os créditos on-line de quem está cadastrado via internet. “Estamos adotando essa medida também para proteger nossos usuários, evitando que sejam lesados futuramente”, descreve Rosa.
    Com a ampliação dos postos de venda, a comercialização será mais rápida e isso fará com que haja mais retorno financeiro. A Área Azul é hoje o único recurso que a Samt tem para manter seus projetos. “Contamos com a compreensão e apoio da população para retomarmos nossos programas sociais”, finaliza.

    Grato.

    Edson Marcondes.
    Jornalista

    • Ricardo Simas

      Edson, vc fala isso porque faz parte dá direção dá SAMT hoje.
      Mas que foi um regresso foi.
      Agora temos que correr atrás dos monitores como antes, e nunca se encontra os benditos.
      A prefeitura deveria tomar uma providência quanto a isto. Afinal a àrea azul não é de propriedade dá SAMT.

      • Edson Marcondes

        Ricardo, não falo que não seja retrocesso. Falo da forma como a notícia foi abordada. Quanto a prefeitura tomar uma providência, ela já tomou, e você sabe: haverá licitação para contratar empresa. A Samt não vai participar. É preciso investir na Área Azul, como está na matéria, mas investir como se a instituição não tem recursos e, mesmo que tivesse, investir pra três ou quatro meses e aí a empresa vencedora implanta seu próprio sistema? Qual a lógica disso?

        Grato!

    • Celio Kamiensky

      Vocês deveriam ter pensado nisso antes!!

  2. Isso é que eu chamo de retrocesso…
    Hahahaaaaa lages levada a sério…SQN…

  3. Otavio R. Machado

    Esse tal de Edson Marcondes, que deve ter ganho um “carguinho” no novo governo, vem “criticar” o argumento corretíssimo do Edson Varela…é o mais puro retrocesso. Esse ladainha de licitação é para boi dormir, assim como a perda dos “parceiros”…Não entendo a lógica de uns pensadores do governo municipal, em vez de agilizar, otimizar o trânsito, preferem voltar das cavernas. Outra coisa, esse SAMT, não tem nada a ver com os problemas do trânsito. Querem dar emprego aos carentes vão até as empresas e façam parcerias.

  4. Vinícius

    É só em Lages que eu vejo esse tipo de coisa. Voltar a era do papel? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Cada dia me convenço mais que essa cidade nunca irá evoluir, crescer. Motivo disso? Começa pela mentalidade do próprio povo Lageano, que vive a era de 1910. Cada dia eu perco mais as esperanças, não é a toa que todo ano um monte de gente vai embora daqui.

  5. Edson Marcondes

    Meu Deus, Otávio… Como você é desinformado, cara! “Esse tal” de Edson Marcondes trabalhou na campanha contra o atual governo, homem! E este blog é do Milton Barão, criatura! E a licitação é algo já discutido faz muito tempo, Otávio, agora é obrigação legal acontecer. Uma coisa você acertou: a Samt (é a, no feminino) realmente não tem nada a ver com os problemas do trânsito. A Samt gerencia o estacionamento rotativo. Leia a matéria que está lá em cima nos comentários e você entenderá os motivos do retorno ao bloco de papel. Sim, todos têm o direito de questionar, argumentar, criticar. Mas… estar bem informado para fazer isso é, no mínimo, um dever, uma obrigação de quem quer entrar na discussão!

    Abraço!

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