sexta-feira , Fevereiro 23 2018

Tortenhouse

 

SEMASA TOPO

 

Home / Polícia / Quem mata um animal, mata gente também

Quem mata um animal, mata gente também

Vizinhos do Moradas Lages estão lamentando não ter câmeras de Vídeomonitoramento para identificar o autor dessa crueldade.

Se um sujeito faz isso com um bichinho indefeso, é capaz de violências bem maiores.

Portanto, cuidado com um indivíduo desses…

Foto: divulgação

Sobre admin

Veja também

Sargento Amarante e esposa morrem em acidente na 116

Um casal de lageanos morreu na tarde de sábado (10), às 17h45min, em um acidente …

7 Comentários

  1. Carlos Augusto Morais do Amaral

    Lamentável isso. Quando eu penso que a sociedade está se acertando, nossos concidadãos veem com uma dessa. Por isso, acredito que foi exelente a alteração trazida pela lei nº 17.485, DE 16 DE JANEIRO DE 2018, de
    Procedência do Dep. Fernando Coruja (Natureza: PL./0160.5/2017), publicada no DOE em 20.691 de 17/01/2018, que altera a Lei nº 12.854, de 2003, que “Institui o Código Estadual de Proteção aos Animais”, para o fim de reconhecer cães, gatos e cavalos como seres sencientes.
    Ou seja, essa alteração vai facilitar o afastamento legal de animais vítimas de maus tratos de seus tutores. Como já acontece com crianças vítimas de maus tratos (citando Fernando Agustini).

    A saber segue artigo:
    Art. 1º A Lei nº 12.854, de 22 de dezembro de 2003, passa a vigorar acrescida do art. 34-A, com a seguinte redação:

    “Art. 34-A. Para os fins desta Lei, cães, gatos e cavalos ficam reconhecidos como seres sencientes, sujeitos de direito, que sentem dor e angústia, o que constitui o reconhecimento da sua especificidade e das suas características face a outros seres vivos.” (NR)”

  2. Névio S. Filho

    Saimos um pouco da lei ambiental e partimos para a alusão ao Homo Sapiens, nascemos como um diamante bruto, em tese realizamos o que nosso estado de natureza julga ser o melhor para nós, pela educação podemos ser lapidados com as eticidades inerentes a convivência humana, mas mesmo com educação, conhecimentos, as vezes retroagimos ao estado pré sapiente e como forma de expor nossos recalques realizamos atos para mostrar que podemos ser superiores e matar muitas vezes é uma das formas para mostrar poder, outras formas como faz nossos juízes maçônicos ao invés de matar fazem o outro sofrer. Não adianta romantizarmos ou sonharmos com um mundo melhor, nossa natureza humana é assim, simplesmente somos humanos e nada mais.

  3. Névio S. Filho

    Muitas vezes colocamos nossa hipocrisia a tona, sentimos quando um animal morre ou é morto, mas não sentimos quando algum lageano morre de fome como no nordeste, ou não atentamos para o princípio da proporcionalidade, matamos um monte de mosquitos e pernilongos ou aranhas ou ratos o dia todo, mas não sentimos nada por isso, como realizamos esse balanceamento moral e valorizativo, qual vida vale mais ou qual vale a pena chorar, como elegemos o prioritário para nós, as vezes choramos mais por um rico explorador do que por um pobre explorado, então se não sabemos o valor da vida, não podemos chorar por ela.

  4. Névio S. Filho

    Isso é filosófico, não está em lei alguma, nem de Coruja ou outro político, e nem podemos legislar sobre a vida, quanto vale uma vida, em tese nada, se valesse, não mataríamos.

  5. Névio S. Filho

    Em toda a história da humanidade nunca teve alusão a morte, a morte era uma coisa normal na história do homem. Ao termos acesso a cultura, começamos a criar formas de vidas em grupo e realizamos construções humanas, o que isso, são conceitos de vida, opa, o que se fazia no mundo antigo trouxemos para um arcabouço ético, ou seja as constituições e os códigos penais, passamos a judicializar o que os reis achavam pecaminoso ou atentavam contra as religiões ou a vida, criamos penas, multas ou suspensões e dizemos que quem matar ou assassinar terá uma pena de 30 anos de cadeia, isso nunca existiu, nós homens criamos estas ponderações c e também criamos as formas de entende-la eom base no que um certo Deus poderia pensar. Como seres imperfeitos, criamos a morte e também criamos como fazê-la diminuir, com as penas, que alhures não mitigam a morte e não trazem o morto a vida. A única culpa daquele gatinho foi nascer em um mundo que admira a morte e ver o outro morrer ou tirar-lhe a vida é um gozo sem igual. Somos donos da vida.

  6. João Santana

    Névio,

    Te interna. kkkk

  7. Joseane Ortiz

    Concordo que temos cuidar dos animais, afinal são seres indefesos e têm direito a vida. Só faço uma observação também com relação às pessoas que criam animais sem se importar com o desconforto fos vizinhos. No bairro onde moro tem um vizinho que tem dois cachorros os quais incomodam a noite inteira não deixando minha família dormir e descansar (que TB é um direito). Outro vizinho tem dois gatos que estragam tudo que planto numa pequena horta. Penso que antes de se ter animais as pessoas deveriam pensar no outro também.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

%d blogueiros gostam disto: