sábado , junho 24 2017
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Meio Ambiente

No meio do lixo, um capacete de motoqueiro

Dando prosseguimento ao trabalho de limpeza do lixo doméstico que se acumula nas margens do Rio Carahá, a equipe da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente fez questão de entregar pessoalmente para o secretário Tchá Tchá um presente.

Era um capacete de motoqueiro, que também foi descartado como se fosse material deteriorável, esquecendo que deve levar pelo menos alguns séculos para que a natureza faça sua parte…

Atualização dados Defesa Civil (terça-feira, 11h)

Acumulado de chuva nas últimas 72 horas: 131 mm

Rio Carahá 5 metros acima do nível normal

31 bairros atingidos pelas chuvas

20 pessoas desabrigas (estão no abrigo do bairro Habitação)

37 pessoas desalojadas (encaminhadas para casas de parentes e amigos)

426 pessoas afetadas pelas chuvas em toda cidade

Monitoramento dos morros e encostas, possíveis deslizamentos

Defesa Civil está trabalhando na orientação das pessoas que residem em área de risco para deixarem suas casas com segurança. A Defesa Civil de Lages dispõe de um caminhão baú para o transporte de móveis.

Rastro de destruição dos malacos na Frei Gabriel

Nem a chuva forte da madrugada de sábado foi suficiente para diminuir o vandalismo e o espírito de porco dos malacos. Eles deixaram um rastro de destruição na Rua Frei Gabriel, onde a maioria das lixeiras foi arrancada e destruída.

Azar deles e nosso também pois o dinheiro que poderia ser utilizado na compra de medicamentos nos postinhos terá de ser repartido para comprar novas lixeiras.

Fotos: Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente

Reforma do parquinho Creche Tia Bira, garante Tchá Tchá

No programa Bom Dia Lages desta quarta-feira, um dos assuntos debatidos era a informação de que os equipamentos do parquinho infantil da Creche Tia Bira haviam sido retirados pela secretaria de Meio Ambiente.

Coincidentemente o secretário Euclides Mecabô estava acompanhando o programa e foi até a ImagemTV, onde afirmou que o parque está sendo restaurado. “Inclusive os brinquedos, como as balanças que estavam quebradas foram levadas para a oficina para serem recuperadas, e assim que estiverem reformadas serão recolocadas, para alegria das crianças”, garantiu.

Plantando araucárias, assim como a Gralha Azul

Com a preocupação de manter a identidade lageana, como terra das araucárias, o Horto Municipal da Secretaria de Meio Ambiente começou hoje a produção de 200 mudas de Araucária.

A produção das mudas é um processo extremamente simples, assim como é a natureza. A semente (pinhão) é plantada em um copinho de terra adubada, e já na saída do inverno as mudas estarão prontas para serem plantadas, explica o eng° agrônomo Giovanni Tomazzelli.

Os locais escolhidos para o plantio das araucárias serão praças e logradouros públicos, e que sejam afastados de residências, e nem ao fluxo de veículos, como tem ocorrido com algumas árvores.

Foto: divulgação

Harmonia entre um pé de Uvaia e uma roseira

Ao passar pela Rua Hercílio Granzotto, de longe avistei um belo espetáculo da natureza. Era uma árvore cheia de flores rosas, que se destacavam na manhã cinzenta de terça-feira.

Pedi ajuda para o engenheiro agrônomo Giovanni Tomazzelli, que foi até o local e identificou como sendo uma árvore nativa da Serra, a Uvaia, mas só com uma curiosidade a mais.

Uma roseira multiflores, que se alastrou por toda a copa da árvore, fazendo uma simbiose harmônica entre o verde e as pequenas flores.

Compensação pelo corte da Araucária da Cândido Ramos

 

A araucária da Rua Cândido Ramos tinha 90 anos e ainda era uma árvore sadia, pois segundo o eng° agrônomo Giovanni Tomazelli, essa espécie pode chegar a mil anos. O problema era sua localização, dentro de um lote, e os galhos, que constantemente despencavam lá do alto, e poderiam causar graves acidentes.

Ecochatos de boutique

É tanto que há 15 anos foi feito um “estaiamento” com cabos de aço, desses galhos. Porém agora não tinha mais como mantê-la em pé, e por isso foi autorizado do corte. Aliás, corte esse que deveria ser uma rotina, porém tem muito ecochato de boutique que não sabe que existe a compensação ambiental.

Programas sociais

Essa árvore agora vira tabuas para a Secretaria de Assistência Social e Habitação e também para a Secretaria de Meio Ambiente e seus projetos sociais, como urnas funerárias, abrigos nos pontos de ônibus e bancos nas praças. Já a compensação ambiental será através do plantio de 50 espécies nativas, ao longo do Rio Carahá.

 

Fotos: Milton Barão e Euclides Mecabô

Quase uma tonelada de lixo em duas horas de limpeza nas margens do Carahá

Enquanto algumas pessoas deixam um rastro de sujeira e lixo na Avenida Presidente Vargas e vândalos quebram os vasos da Catedral, tem gente preocupada com a limpeza das margens do Rio Carahá.

Foi o que fez o Sest/Senat, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e Serviços, nesta segunda-feira, quando junto com alunos do Colégio Industrial, que atuam no projeto “Guardiões do Meio Ambiente”, foram limpar as margens do rio. Foi uma ação curta, com pouco mais de duas horas, mas que mesmo assim, num pequeno trecho, recolheu quase uma tonelada de entulhos.

Participantes

Participaram da ação: SEST/SENAT, Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente; alunos e professores do Colégio Industrial; escoteiros, e representantes das empresas Reunidas, RT, Transbev, Transmarcon, Dupla Química, Fabris e Binotto

 

Fotos: Greick Pacheco

Clareamento da água do Tanque com carpas

Cerca de 250 carpas, das espécies húngara, capim, pintada e cabeçuda foram soltas no Tanque, com intuito de manter a água transparente

Um processo de esgotamento e limpeza do Tanque do Parque Jonas Ramos seria moroso e com prejuízo de perda de muitos peixes ornamentais. “Por isso acatamos a sugestão de biólogos da Secretaria da Agricultura para fazer o povoamento de algumas espécies de carpas, que resultarão no clareamento da água”, explicou o secretário interino de Meio Ambiente, Euclides Mecabô, o TcháTchá.

Assim, na manhã desta sexta-feira, técnicos estavam soltando mais de 250 carpas, das variedades húngara, cabeçuda, pintada e capim. Essas espécies se alimentam de plâncton, “que são aquelas espécies de algas que dão a coloração esverdeada, dando a impressão de água suja. Elas mesmas farão a limpeza”, comentou Nelson Beretta, da Secretaria de Agricultura.

Fotos: divulgação