Isso que eu chamo de “cultura do inútil”, ou seja, ficar na Câmara, com um bom salário e assessores, para sair com pérolas como o pedido de estudo de viabilidade para que o setor de trânsito faça estudos para melhorar o fluxo do trânsito por ocasião de procissão fúnebre.

“Considerando relatos de cidadãos, dando exemplo de que, o deslocamento das capelas mortuárias, na sua maioria, localizadas no Bairro Triângulo, até o cemitério da Penha, chega a demorar cerca de uma hora, em razão dos semáforos e do trânsito”, requer que se estude a viabilidade de “batedores” acompanhem as procissões fúnebres”.

 

Foto: divulgação

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