Não fosse a “estocada” de Merísio ao final, dizendo que é moda os candidatos ao governo de SC falarem mal do Estado, nem pareceria um debate

Na manhã desta terça-feira (25), a Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACAERT) realizou seu segundo debate em rede com os candidatos a governador de Santa Catarina, que em Lages foi retransmitido pela Band e Clube FM.

Menos um

Participaram Gelson Merisio (PSD), Mauro Mariani (MDB), Décio Lima (PT), Carlos Moisés (PSL) e Leonel Camasão (PSOL). O candidato Jessé Pereira (Patriota), optou por não participar.

ADRs

Também ao final, algumas pequenas provocações dos candidatos de partidos “nanicos”, questionando que tudo iria se resolver com a extinção das ADR’s. Eu penso que elas são fundamentais na descentralização, só que poderiam ser diminuídas para no máximo 10.

Estão falando mal de SC, diz Merísio

“Santa Catarina tem muitas virtudes e também, claro, problemas a enfrentar. Quero ser governador para resolver os problemas, mas não falando mal do nosso Estado, que é o melhor do Brasil. Peço ao eleitor que olhe e analise o passado e as realizações de cada candidato e suas propostas para o futuro. E que só a partir daí faça a sua escolha para o governo do Estado”, espetou Merisio.

Renovação, diz Décio Lima

O candidato do PT, Décio Lima, disse que não fala mal de SC, mas que fala mal das pessoas que há 16 anos estão comandando o Estado. Décio defendeu a renovação na política, “diante dos candidatos do governo que representam a tríplice aliança há 16 anos no poder e um governo de causas para Santa Catarina, com base no diagnóstico da situação econômica e social do estado”, contra-atacou.

Bobagens de Décio

“A realidade das escolas é cruel e triste: mais de 100 escolas fechadas no estado nos últimos 16 anos no estado, lamentou Décio Lima. “Preferiram criar as ADRs (Agências de Desenvolvimento Regional), em detrimento das políticas públicas, como a educação”.

Escolas sem alunos

Penso que a colocação sobre as escolas é apenas um oportunismo de Décio Lima, pois sobre escolas fechadas tivemos dois casos em Lages, Aristiliano e Melvin Jones, que chegou a ter 960 alunos quando inaugurou e fechou, pois tinha apenas 160 (foram realocados).

 

Fotos: Acaert e Luiz Debiazi

#BM3ComunicaçãoCriativa

3 COMENTÁRIOS

  1. Merísio e Mariane não conhecem a realidade estadual e nem propostas plausíveis existem, tudo gira em torno de contratar policiais, como se isso resolvesse o problema da insegurança, o buraco é mais embaixo, mas em um Estado conservador aonde Amin é eleito para tudo, não me admira que nosso povo não saiba em quem votar.

  2. Barão, lamento muito o q vc escreveu, não concordo com sua posição.
    Então se tiver apenas 1 pessoa doente internada no hospital, vamos fechar o hospital???
    Lógico que não!!!
    Veja o q fez o colégio industrial de Lages quando baixou o número de matrículas: campanha!!! Foi atrás dos alunos!!! E hoje tem muito mais alunos matriculados.
    Fechar escolas é dar menos opcionais de empregos, diminuir as oportunidades de vencer na vida!!
    Quem fecha escola abre caminhos para o desemprego, abre caminho para a criminalidade!!!

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