O Sindicato Rural de Lages, em conjunto com outras entidades de classes e forças políticas da região, encaminhou na última sexta-feira (7), ao superintendente do Ibama em Santa Catarina, Jorge Luiz Acioli, documento, que pede, principalmente, que o Ibama encerre e arquive todos os procedimentos abertos com as notificações e suspenda todos os embargos, reconhecendo a juridicidade da situação da indústria de agronegócio de Santa Catarina, quanto ao plantio em campos pastoreados ou modificados.

A prevalecer o entendimento de que todas as extensões das áreas rurais somente poderão ser utilizadas para pastoreios e contemplação lúdico/turística todo o território do Planalto Catarinense estará praticamente transformado em uma gigantesca área de conservação e sem indenização a quem comprou com o objetivo de produzir.

Os produtores foram sempre orientados e cobrados pelo INCRA e pela Receita Federal para comprovarem produtividade de suas áreas, a qualidade de produção e controles sanitários. Jamais, em qualquer desses procedimentos foi exigida a licença ambiental e autorização de supressão de gramíneas. “Isso nunca foi feito porque a legislação estadual, simplesmente não prevê esse tipo de autorização”, ressalta o presidente do Sindicato Rural, Márcio Pamplona.


Foto: Presidente do Sindicato Rural Márcio Pamplona

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