O governo do Estado por meio de nota , como costuma se manifestar, rebateu a representação por suposto crime de responsabilidade contra o governador, vice e secretário de Administração.

Considerou que o pagamento aos Procuradores foi decorrente de uma decisão transitada em julgado assegurando paridade remuneratória entre Procuradores do Estado e Procuradores da Assembleia Legislativa.

E a nota deixa claro que diante de uma decisão judicial, não há espaço para supor que foi expedida ordem em contrariedade à Constituição ou ordenada despesa não autorizada em lei.

Segundo externou o governo do Estado o mandado de segurança coletivo proposto alcança todos os associados, sendo irrelevante a data de associação ou a lista nominal, conforme jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça.

Ou seja, rebate uma a uma das denúncias que buscam o impeachment do governador , e destaca que pela natureza do pedido e do trâmite administrativo pertinente, não houve intervenção ou decisão do governador do Estado no referido processo, sendo que os fatos são restritos ao cumprimento de decisão judicial afastando os argumentos , segundo o governo, do pedido de impeachment.

Duas interpretações que exigirão no mínimo uma análise sem emoção, mas responsável e equilibrada.

Escrito por Paulo Alceu / ND+

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