Luiz Fernando Palhano Lopes e Karla da Silva Sá Lopes eram naturais de Lages e estavam casados há 10 anos. O casal morava em Itapema desde 2013. Karla atuava como policial civil há cerca de um ano e trabalhava em Correia Pinto. Em dezembro de 2017 ele confessou ter matado Karla por ciúmes

Terminou na noite de quinta-feira (21) o júri popular do homem acusado de matar e enterrar o corpo da esposa em Balneário Camboriú, em dezembro de 2017. Luiz Fernando Palhano Lopes foi sentenciado a 20 anos e 10 meses de prisão, com três qualificadoras e ocultação de cadáver.

A defesa de Lopes irá avaliar a possibilidade de recorrer para diminuir a pena ou, até mesmo, reverter o julgamento.

Relembre o caso

A policial civil Karla da Silva Sá Lopes, de 28 anos, estava desaparecida e a situação foi comunicada pelo próprio marido, que é policial militar da reserva. Ele alegou à Polícia Militar que a esposa tinha saído para caminhar e não havia retornado. Uma foto de Karla chegou a ser divulgada nas redes sociais.

Um capitão da PM foi até a casa do casal para oferecer ajuda e Lopes decidiu confessar o crime. Com um mapa feito pelo acusado, policiais civis e militares chegaram até o local onde estava enterrado o corpo de Karla, na praia de Taquaras, em Balneário Camboriú.

Luiz Fernando e Karla eram naturais de Lages e estavam casados há dez anos. O casal morava em Itapema desde 2013, quando o policial militar foi para a reserva. Karla atuava como policial civil há cerca de um ano e trabalhava em Correia Pinto.

 

Com informações ND/Hora Itapema

#BlogdoBarão

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here