No final da sessão desta quinta-feira da CPI dos Respiradores, diante de tantas declarações, o deputado Sargento Lima, roga: “Que Deus tenha piedade do Estado de Santa Catarina”

Com acesso a novos documentos, o relator da CPI dos Respiradores, deputado Ivan Naatz (PL), pergunta porque o governador Carlos Moisés não comprou equipamentos mais baratos e garantidos.

Proposta melhor 

O governo tinha uma proposta mais acessível financeiramente apresentada pela empresa Intelbrás. Foram oferecidos 100 respiradores pelo valor de R$ 7 milhões – o que corresponde a R$ 70 mil por aparelho.

A proposta que previa todas as garantias para a entrega foi protocolada e assinada pelo governador Carlos Moisés e pelo ex-secretário da Saúde, Helton Zeferino. Foi, inclusive, faturada a compra da Intelbrás.

Porém, a proposta foi abortada e resolveram pagar R$ 33 milhões adiantados para a Veigamed do Rio de Janeiro por 200 respiradores que, agora, são suspeitos de serem inviáveis para uso. Sem contar que há apenas uma parcela disponível (o lote de 50 equipamentos).

Só para rememorar, a diferença dos respiradores da Intelbrás para os da Veigamed é de R$ 100 mil. O prejuízo com essa compra chega a R$ 20 milhões. Caberá à CPI buscar essa resposta.

 

Fonte: CPI dos Respiradores
e Blog Paulo Alceu
#BlogdoBarão

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