Nos anos 1970 tornou-se célebre o conjunto de dicas de Alvin Toffler no livro “O choque do futuro”. Empresas e pessoas, então incrédulos, duvidaram da possibilidade da mídia interativa, da internet universal, da popularização de e-mails, do bate-papo digital e outras “esquisitices” para aquela época. Este tempo chegou e aqui estamos nós com todos estes recursos já incorporados ao nosso dia a dia.

Com a pandemia e a necessidade temporária de distanciamento social fomos forçados a recuar em algumas práticas e nos aperfeiçoar em outras. Pessoas e empresas foram obrigadas a fazer ajustes e a reinventar suas rotinas. Entretanto, em todo cenário de mudanças e de incertezas sempre há os que duvidam de tudo e de todos.

A história nos ensina que os momentos de crise oferecem raras oportunidades de crescimento para quem sabe aproveitá-los. Ou seja, o tempo não espera quem espera por ele. No setor educacional isso é mais que verdadeiro.

Algumas universidades estão paradas, outras engatinham a retomada. E são raras as que não esperaram a pandemia passar para agir e, sem perder tempo, implementaram estratégias revolucionárias de tecnologia de informação e comunicação para continuar com a regularidade das suas aulas e atividades acadêmicas.

Esperar seis meses ou um ano no período da vida dedicado à formação acadêmica significa perder este tempo quando a vida retomar a rotina regular. Significa esperar mais este tempo para consolidar uma carreira profissional e a autonomia financeira desejada desde a adolescência.

Sair do lugar comum, ter atitude para seguir em frente, buscar e produzir conhecimento são as características que farão a diferença na nossa realidade.

Passados 40 anos, a lição de Toffler parece que ainda não foi aprendida por alguns: “A mudança não é simplesmente necessária para a vida – ela é a vida”.

Geovani Broering
Reitor da Unifacvest

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