Foi desta forma que o ministro da Economia Paulo Guedes se manifestou assim que foi derrubado o veto presidencial no Senado referente ao reajuste aos servidores públicos.

Para que o governo liberasse R$ 60 bilhões para estados e municípios , a fim de sobreviverem a crise sanitária, a contrapartida foi o congelamento dos salários dos servidores até final de 2021.

Uma forma de dividir o sacrifício com todos os brasileiros , já que não houve cortes de salário e muito menos de privilégios . Só que o Senado derrubou o veto garantindo o reajuste aos servidores e faltava a manifestação da Câmara.

Os senadores Esperidiao Amin e Jorginho Mello votaram a favor do reajuste salarial dos servidores, que vai beneficiar muito mais a elite do serviço público do que a base. O senador Dario Berger esteve ausente da votação, onde o congelamento dos salários era uma contrapartida para ajuda aos Estados.

Ou seja, não serão os policiais, professores, servidores braçais os beneficiados, mas a elite que já ganha salários elevados , sem levar em consideração os benefícios e penduricalhos, imexíveis nesse pedido crítico. Esse é um momento de doação em defesa do país e não de interesses eleitoreiros e pessoais.

Texto: NDMais/Paulo Alceu
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