Por volta das 12h desta quarta-feira (12), o Rio Carahá transbordou no trecho próximo ao Fórum Nereu Ramos e a ponte da Avenida Presidente Vargas.
O jornal Domomento esteve no local e acompanhou a situação.
Fonte: Jornal Domomento
#barao.online
A Defesa Civil de Lages registrou um acumulado de cerca de 51 milímetros de chuva nas últimas 24 horas desta quarta-feira (12), gerando dez ocorrências pontuais atendidas pelas equipes no município.

Apesar do volume expressivo, o sargento Ribeiro, Secretário da Defesa Civil de Lages, confirmou que os principais rios da cidade, o Carahá e o Ponte Grande, permanecem dentro da normalidade e mantêm-se dentro de seus leitos.
As equipes seguem em monitoramento constante 24 horas por dia em áreas de risco e trechos vulneráveis a deslizamentos e alagamentos.

A observação visual é o volume d´água no Rio Carahá e afluentes, que ainda estão com vazão no seague junto ao Rio Caveiras, porém, a persistir essa instabilidade, a situação de áreas alagadas tende a aumentar, segundo especialistas ouvidos pelo Blog.
A população que identificar situações de emergência pode acionar a Defesa Civil pelos telefones (49) 3019-7479 ou pelo número gratuito 199, além do Corpo de Bombeiros pelo 193.
Fonte: Defesa Civil Lages
Fotos: divulgação/redes sócias
Vídio: Amarildo Volpato/Rádio Clube
#barao.online
O Hospital Seara do Bem, referência em saúde materno-infantil na Serra Catarinense, inaugura na próxima terça-feira (18), sua nova Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal e Pediátrica. É um dos maiores investimentos já feitos pela instituição em mais de 58 anos de história e consolida o hospital como principal porta de entrada da região para o atendimento crítico a crianças e adolescentes.
Com investimento superior a R$ 18 milhões, a nova unidade conta com 20 leitos — 10 neonatais e 10 pediátricos —, sendo 15 destinados ao atendimento pelo SUS. A nova estrutura reúne modernidade, novas tecnologias, maior segurança e conforto, ampliando a qualidade e a capacidade de atendimento às crianças e aos adolescentes da região.
Investimento e parcerias
A obra só saiu do papel graças a um esforço conjunto entre o hospital, o poder público e a sociedade civil organizada:
R$ 11.680.738,66 – investimento próprio do Hospital Seara do Bem
R$ 2.000.000,00 – recurso destinado pelo deputado Mário Motta com apoio da Bancada da Serra
R$ 3.073.920,00 – recurso do Governo do Estado de Santa Catarina
R$ 300.000,00 – emenda parlamentar do deputado Zé Trovão
R$ 100.000,00 – emenda parlamentar do deputado Lucas Neves
R$ 544.774,00 – arrecadação do Bazar da Receita Federal, promovido pela Associação de Amigos do Hospital Seara do Bem
R$ 366.747,00 – arrecadação do Leilão Agro do Bem, promovido pelo Sindicato e Associação Rural de Lages
Impacto para a região
Com a nova UTI, o Hospital Seara do Bem se firma como o principal centro de referência em terapia intensiva neonatal e pediátrica da Serra Catarinense, fortalecendo o atendimento a municípios de toda a região que dependem da instituição nos casos mais graves.
Sobre o Hospital Seara do Bem
Fundado em 1945 pela Associação Beneficente Seara do Bem e inaugurado em 1968, o Hospital Seara do Bem é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, referência em saúde materno-infantil na Serra Catarinense. Ao longo de mais de 58 anos, reinveste integralmente seus recursos em estrutura, tecnologia e cuidado humanizado. É certificado como Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS).
Serviço
Inauguração da nova UTI Neonatal e Pediátrica
Data: 18 de agosto de 2026, às 9h
Local: Auditório do Hospital Seara do Bem

Fonte:
Hospital Seara do Bem/Assessoria de Comunicação
tarcisio@vohaus.com.br
#barao.online

E isso foi só o começo! 🚀
A programação continua nesta quarta-feira (12), com ainda mais conteúdo, grandes nomes e oportunidades para aprender, conectar e transformar.
▶️ Confira alguns dos melhores momentos do nosso primeiro dia:
Foto destaque: Solenidade abertura Conex2026/Acil
Vídeo: Imprensa: Acil
#ConexEmpreender2026 #ACIL
——
#barao.online
A sequência de fortes nevascas atingiu a região e provocou bloqueios em passagens estratégicas. Como resultado, filas enormes de caminhões se formaram, enquanto motoristas aguardam uma oportunidade segura para continuar.
Além do frio intenso, os profissionais enfrentam falta de estrutura, alimentação limitada, dificuldades para tomar banho e incerteza sobre quando poderão voltar à estrada.
O impacto chegou diretamente ao transporte catarinense. Uma empresa de Concórdia, no Oeste do Estado, chegou a manter cerca de 50 caminhões retidos na região.
Além disso, motoristas de outras cidades catarinenses também enfrentaram a paralisação. Entre eles está Jairo Luan Gomes, de Sombrio, no Sul do Estado. Ele completou 26 dias preso na região e ainda não tinha uma data definitiva para deixar a aduana.
Segundo relatos de transportadores, mais de 1,2 mil caminhões chegaram a ficar retidos no Paso Pino Hachado. Em determinados momentos, o número de veículos afetados pela crise ultrapassou essa marca.
Assim, o problema deixou de representar apenas um atraso individual e passou a afetar empresas, cargas, motoristas e toda a logística internacional.

Para quem permanece parado durante dias, o caminhão deixa de ser apenas um instrumento de trabalho e passa a funcionar como abrigo.
Jairo relatou que a estrutura disponível na aduana oferece poucas condições para os motoristas. Segundo ele, não há banheiro adequado nem chuveiro com água quente. Em alguns pontos, os profissionais precisam utilizar apenas água fria, mesmo com temperaturas abaixo de zero.
Além disso, a rotina exige adaptações. Muitos motoristas permanecem dentro das cabines durante boa parte do dia para escapar do frio.
O catarinense relatou temperatura de cerca de -2°C durante a tarde. Enquanto isso, a neve continua alterando as condições das estradas e aumentando a sensação de insegurança.
A longa permanência também afeta a alimentação dos caminhoneiros. Quem iniciou a viagem preparado para alguns dias precisa administrar os mantimentos quando a espera se prolonga por semanas.
O motorista Ribamar Laudares, de Chapecó, viveu situação semelhante. Ele permaneceu 11 dias retido na região e viu os alimentos armazenados antes da viagem praticamente acabarem.
Sem estabelecimentos próximos, os motoristas encontravam poucas alternativas. Em um dos locais, um food truck vendia apenas opções simples, como cachorro-quente e café.

A higiene pessoal também se tornou uma dificuldade para quem permanece tantos dias na fronteira.
Ribamar relatou que, no lado chileno, havia apenas um chuveiro para mais de 300 profissionais. O sistema utilizava um reservatório com aproximadamente 100 litros de água aquecida.
Por isso, oscaminhoneiros precisavam escolher horários de menor movimento para conseguir tomar banho quente. Muitos optavam pela madrugada.
As imagens registradas pelos próprios caminhoneiros impressionam. Caminhões aparecem cercados pela neve, enquanto a pista desaparece sob uma camada branca de gelo.
Em alguns pontos, o acúmulo de neve chegou próximo de um metro. Além disso, o chamado “vento branco” reduz drasticamente a visibilidade e dificulta a circulação.
No Paso Pino Hachado, a situação ficou ainda mais complicada. A Ruta Nacional 242 chegou a registrar corte total em determinados períodos, devido ao gelo, à neve e à baixa aderência.
A nevasca também provoca prejuízos para as transportadoras. Caminhões parados significam cargas atrasadas, motoristas indisponíveis, mudanças de rota e aumento dos custos operacionais.
Assim, a Cordilheira dos Andes, que para muitos representa apenas uma paisagem impressionante, tornou-se cenário de resistência para os caminhoneiros brasileiros. Entre eles, os catarinenses mostram, dia após dia, que transportar cargas por milhares de quilômetros exige mais do que experiência ao volante: exige preparo, paciência e capacidade de enfrentar situações extremas.

Fonte: Guararema News
Fotos: Reprodução redes sociais
Ribamar Laudares – Arquivo Pessoal
#barao.online
Participaram do encontro Guilherme Letti, superintendente do Lages Shopping Center, além de Eduardo Bruni, Francisco Pereira e Nuno Jesus, investidores do empreendimento.
Em um cenário de transformações e novas oportunidades para Lages, a presença mais próxima dos investidores fortalece o diálogo com o município, aproxima o empreendimento do setor empresarial e contribui para a construção de uma visão conjunta sobre o desenvolvimento econômico da cidade.
Para a Acil, aproximar lideranças, empresários e investidores é também fortalecer o associativismo, os negócios e o futuro de Lages.
Fonte: Acil/imprensa- Sheila Rosa
#barao.online
O período de inscrições começa no dia 14 de agosto e segue aberto até 23 de setembro de 2026. Os interessados devem realizar o cadastro exclusivamente pelo site da FEPESE, a banca organizadora do certame.
O edital contempla oito áreas de atuação para diferentes formações profissionais. No nível superior, há vagas para jornalistas, pedagogos, engenheiros florestais, engenheiros de telecomunicações e médicos do trabalho, com vencimentos de até R$ 6.905,11 para jornadas de 40 horas semanais.
Para os níveis técnico e médio, a seleção oferta posições de técnico industrial em agrimensura e meio ambiente, além do cargo de eletricista. Os salários variam de R$ 2.709,97 a R$ 3.994,80. Todos os cargos exigem Carteira Nacional de Habilitação na categoria B, com exceção de eletricista, que demanda a categoria C.
Portanto, a aplicação da prova objetiva está marcada para o dia 1 de novembro de 2026. Assim, os exames serão aplicados nas cidades de Chapecó, Criciúma, Grande Florianópolis, Joinville e Lages.
A avaliação contará com 60 questões de múltipla escolha sobre língua portuguesa, matemática, informática, legislação do setor elétrico e conhecimentos específicos. Por fim, os candidatos ao cargo de eletricista aprovados na primeira fase enfrentarão um teste de aptidão física nos dias 28 e 29 de novembro.
Fonte: Celesc
#barao.online