Sem “achismos” na Engenharia de Trânsito do Município

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Para afastar aquele discurso de que tudo é na base do achismo, as mudanças na avenida Carahá com as ruas que dão acesso ao bairro Copacabana (pontes) foram implementadas a partir de estudo. Houve – e ainda há – quem questione.

Mas as providências consideraram quantitativos de veículos que trafegam na interligação dessa parte da cidade com o Centro.

Novos estudos

A área de Engenharia de Trânsito, sob a supervisão do engenheiro Sérgio Todeschini, vinculada a áreas como Diretran e Seplam, fez um levantamento curioso sobre a quantidade de veículos que passam pelo cruzamento das avenidas Carahá e Duque de Caxias. Há ideia de algumas alterações, inclusive facilitando o acesso à rua Humberto de Campos, a partir da Duque de Caxias no sentido Centro.

Números

A contagem foi efetuada em dia útil no intervalo de 705 minutos, entre 07h e 18h45min. Chegou-se ao número de 18.000 veículos nesse período. Tal realidade apresenta cerca de 25 veículos utilizando aquele cruzamento em todos os sentidos da paróquia, equivalente a aproximadamente um veículo a cada 2 segundos naquele espaço. Sinal de que, apesar de uma reclamação ou outra, o trânsito flui bem nesse que deve ser o cruzamento de maior movimentação de Lages.

É força de carro utilizando esse que é um dos pontos mais movimentados do trânsito em Lages no cruzamento das avenidas Carahá e Duque de Caxias.

Números da área de Engenharia de Trânsito que permite, a partir do comportamento dos motoristas em termos de deslocamento, planejar ações para melhorar a mobilidade no trânsito lageano.

Para quem pensa que tudo é achismo, os números evidenciam de forma concreta o tecnicismo.

 

Fonte: Diretran

#BarãoOnline

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