Duplicação da BR 282 no trecho do Shopping

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Requerimento para licitação do projeto de duplicação da rodovia BR 282, numa extensão aproximada de 2,5 quilômetros, foi assinado na Acil

Requerimento para licitação do projeto de duplicação da rodovia BR 282, numa extensão de aproximadamente 2,5km e obra de arte (viaduto), no trecho entre a duplicação atual na ponte ferroviária e a rotatória do Aeroporto, foi assinado na noite de segunda-feira (13), na Associação Empresarial de Lages pelo secretário de Mobilidade Urbana, Gabriel Córdova, e pelo presidente da Acil, Carlos Eduardo de Liz. Referendaram o documento Gênesis Gonsalves, Diretor de Planejamento e Urbanismo da SEPLAM, o arquiteto da Seplam, Roberto Provenzano e os empresários Paulo César da Costa e Roberto Amaral.

Da esquerda para direita: Roberto Provenzano (Seplam), Roberto Amaral (Acil/SBT), Gabriel Cordova (Seplam), Carlos Eduardo de LIz (Acil), Paulo Cesar da Costa (Acil) e Gênesis Gonsalves (Seplam)

Obras de arte

Por se tratar de uma área nobre, com dezenas de grandes empreendimentos comerciais e residenciais, a própria comunidade, através da Acil, reivindicou ao prefeito Antonio Ceron que a obra de arte prevista para substituir a rotatória da Avenida das Torres (Shopping), não seja do modelo viaduto elevado, “justamente para não deixar uma via de trânsito rápido, perdendo todo o fluxo turístico que hoje é considerável, já que grandes empreendimentos comerciais se instalaram no local como o próprio Shopping, drug stores e lojas de departamentos, dentre outros”, destacou o presidente da Acil, Carlos Eduardo de Liz. Ainda sobre a obra de arte, o secretário Gabriel destaca que pode ser essa, ou mais obras, de acordo com a necessidade que será apontada no projeto a ser contratado e que apontará essa situação”.

Viaduto ou trincheira

O secretário da Seplam, engenheiro Gabriel Córdova, citou os estudos feitos pela pasta, justamente para evitar o exemplo do viaduto da rodovia BR 470 em Pouso Redondo, que dividiu a cidade ao meio. “É nossa preocupação e o projeto irá apontar a melhor solução, se um viaduto que não seja tão alto como o do Batalhão, e que proporcione aos motoristas em trânsito toda a visibilidade possível do comércio local, ou que seja no modelo “trincheira), com escavação e as passagens sejam subterrâneas”, explicou Gabriel Córdova.

Licitação

O próximo passo é o lançamento do edital de licitação de duplicação e obra de arte, que será custeado pelo Município. O custo do projeto, a ser pago pela prefeitura, retornará ao Município com a execução da obra por conta do Imposto Sobre Serviços (ISS) que a empresa que executará precisará recolher, enquanto os recursos da duplicação ficam por conta do DNIT, como afiançou o engenheiro supervisor do órgão em Lages, Ênio Spieker.

Fotos: Nilton Wolff

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