Empresários querem reativar o Clube 14

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Comissão cria estratégia para sanar dívidas do Clube 14 de Junho e evitar leilão judicial

Fundado em 16 de setembro de 1970, o Clube 14 de Junho, em Lages, marcou sua época por ser um dos principais clubes sociais de Santa Catarina, tendo à frente de sua administração empreendedores e grandes nomes da sociedade lageana.

De lá, surgiu uma Miss Santa Catarina, que levou o nome de Lages às passarelas de todo o Brasil. Também passaram pelas instalações do clube um ex-presidente, artistas e atletas famosos; além de grandes nomes da política nacional.

O Clube 14 de junho faz parte da vida de milhares de lageanos e está presente em fatos importantes da história de Lages.

Há alguns anos, o tradicional clube começou a passar por dificuldades financeiras, até que teve as atividades sociais e esportivas encerradas e, a partir daí, sócios e a sociedade em geral vêm se perguntando qual a verdadeira situação da entidade.

Empresários

E é para tentar resolver os problemas do clube que os empresários Vilso Isidoro e João Gomes vêm trabalhando. Eles entraram em contato com o atual presidente Saulo Gonçalves e decidiram convocar uma assembleia, que ocorrerá na quarta-feira (10), na sede do clube. “Queremos reunir o maior número de pessoas possível, sejam sócios ativos ou não, e até os não sócios, para definir o que faremos com o clube”, disse Isidoro.

Evitar o leilão

O primeiro objetivo dos empresários é livrar o prédio do clube, que fica na rua Correia Pinto, no Centro de Lages de ir a leilão judicial e, depois definir o destino da entidade e do patrimônio.

Um Milhão

A dívida mais grave, segundo informaram os empresários, no valor de um milhão de reais, está em fase de leilão. Além dessa, existem outras dívidas menores, incluindo as tributárias. “Conseguimos adiar temporariamente o leilão do prédio ao negociar com o advogado do credor”, disseram.

“Com a assembleia, uma nova diretoria poderá ser nomeada e, a partir daí, trabalhar para a quitação da dívida. Este é o primeiro passo. Depois, com isso resolvido, virá a decisão sobre o que fazer com o clube: se será reativado, se o patrimônio será vendido e os valores distribuídos entre os sócios, se será vendido e incorporado a outra associação. Mas este é um passo para frente. Primeiro temos de garantir que o prédio permanecerá nas mãos do clube”, explicou Isidoro.

 

 

Texto: Claudia Pavão

#BarãoOnline

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