Navalhadas do Barão: sexta-feira 24. Sem El Niño, a sexta fica bem melhor!

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NESTA EDIÇÃO: Vossko anuncia expansão milionária em Lages. Mudança na Agricultura após a “ponte da discórdia”. TJ manda devolver celulares apreendidos. Carmen entre Brasília e Lages. Fechar banco resolve ou complica a vida do cliente? Centro Comercial na Serafim de Moura. Sem futebol, não havia motivo para gramado de Copa. E por que a SAF do Inter não pode receber dinheiro público.

Vossko expande

O CEO da Vossko do Brasil, Joachim Gerecht, e o gerente de Manutenção, Nino Bröcker, estiveram na Acil nesta semana para apresentar o projeto de expansão da unidade de Lages.

Com mais de 20 anos de atuação no município, mais de 630 colaboradores e exportações para mais de 40 países, a empresa prevê investir aproximadamente R$ 712 milhões até 2032.

Viagem relâmpago

Aproveitando a comodidade dos voos da Gol no Aeroporto Regional da Serra, a prefeita Carmen foi a Brasília nesta semana (em busca de recursos), e rapidamente voltou, já estando despachando em seu gabinete. Aliás, visitando obras, pois na manhã de hoje (sexta), estava no Bairro Habitação, conferindo a recuperação da ponte da rua Álvaro Neri dos Santos.

Colegiado

Ronaldo Duarte retorna ao colegiado da prefeita Carmen Zanotto. Técnico em Piscicultura pela Epagri e ex-secretário adjunto da Agricultura e Pesca, o irmão de Toni Duarte deixa a Casa Civil do Governo do Estado para assumir, em definitivo, a Secretaria da Agricultura e Pesca, onde já havia atuado como “adjunto”.

Adeus

Quem deixa o cargo é Pedro Donizette, “a pedido da Epagri”, conforme informou o comunicado oficial.

Nos bastidores, porém, comenta-se que nunca houve sintonia entre o então secretário e o gabinete da prefeita. A relação começou atravessada e foi se desgastando. Para completar, a ponte da localidade de Raposo precisou ser refeita pelos próprios moradores. Dizem que ali transbordou a paciência da prefeita.

Centro Comercial

A movimentação de homens e máquinas no antigo Moinho Cruzeiro, na Rua Serafim de Moura, chama a atenção de quem passa pelo local.

A coluna apurou que ali será construído um centro comercial, além de uma torre residencial.

Celulares

Foi preciso recorrer ao Judiciário para que advogados obtivessem, junto ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina, a restituição de aparelhos eletrônicos apreendidos de um dos investigados na Operação Entre Lobos, conduzida pelo Gaeco.

Situação semelhante já havia ocorrido em Lages, quando um vereador denunciado por uma empreiteira permaneceu por longo período sem acesso aos equipamentos.

A decisão aplica o artigo 120 do Código de Processo Penal, segundo o qual os bens apreendidos devem ser devolvidos quando deixam de interessar à investigação.

Rede pluvial

Na gestão passada, a Secretaria de Obras executou uma drenagem cuja boca de lobo ficou mais alta que o nível da rua, em frente ao IFSC.

Resultado: enormes poças d’água que dão banho nos estudantes nos dias de chuva. Enquanto isso, a infiltração segue deteriorando a fina camada de asfalto.

Pelo visto, ainda não deu tempo de corrigir a “grande obra”.

Procon x Bradesco

O Procon de Florianópolis interditou, por 48 horas, uma agência do Bradesco na Praça XV de Novembro após mais de 400 reclamações de consumidores.

A agência ficou impedida de realizar novos contratos.

A dúvida que fica é simples: fechar o banco resolve o problema dos clientes… ou cria mais um?

Gramado

O Estádio Vidal Ramos Júnior pertence ao município. Isso todo torcedor lageano sabe.

O que poucos entendiam era por que o gramado deixou de lembrar os tapetes vistos na Copa do Mundo.

A resposta é simples: com o Inter fora até da Série B do Catarinense, faltava calendário.

Agora, com a retomada das atividades, a prefeitura contratou empresa especializada para recuperar e manter o gramado. Quem ganha não é apenas o Colorado, mas também o Campeonato Amador e o Jocol.

Recursos públicos

O Inter de Lages constituiu sua SAF em abril de 2025. Como toda Sociedade Anônima do Futebol, a legislação estabelece um regime jurídico próprio. Assim, eventuais investimentos públicos diretos no futebol profissional da SAF encontram limitações legais.

Traduzindo: a SAF precisa mostrar que consegue jogar o campeonato também no caixa. Afinal, empresa privada vive de gestão, patrocinadores e investidores, não de chapéu passado ao contribuinte.

Passando a régua

O restante… eu conto depois. Afinal, sexta-feira é dia de passar a navalha, não de entregar a barbearia inteira…

#barao.online

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